- Há aqueles que passam em nossas vidas e nós igualmente em suas vidas, porém, nada significam grande coisa uns aos outros. Há, ainda, aqueles que, de alguma maneira, interferem sobremaneira em nossas vidas, alteram de algum modo o seu curso, mas, no fim das contas, ao nos deixarem, com o tempo, não daremos mais atenção alguma àquele vazio por eles deixados em nosso interior. E há, finalmente, aqueles que, quando conosco, nos enlevam demasiadamente o espírito. E se, por determinação divina, eles porventura venham a nos faltar, serão sempre o motivo de darmos graças a Deus o havermos compartilhado de sua presença em cada momento nosso, por mais íntimo e peculiar nos sejam esses momentos. É pena que gente assim seja muito rara e escassa em nossas vidas. Mas são uma bênção quando, enfim, as encontramos.
O Natal renova em cada um de nós o conceito perene do perdão, do reconhecimento de nossos erros, defeitos, de nossas angústias, enfim, renova em nossos corações a infinita misericórdia de Deus àqueles que anseiam o Seu divino perdão e também nos convida a perdoar aquelas pessoas que por diversos e inexplicáveis motivos consideramos nossos desafetos.
Pedro, que nega a Cristo por três vezes, vem mostrar o quanto é possível a remissão daqueles que ainda insistem em tal triste rejeição, uma vez que tais tipos não conheceram a Cristo pessoalmente, não o tocaram, não o viram ou ouviram, a exemplo daquele que tristemente o negou.
Governos devem vislumbrar cidadãos, e não categorias, pois estas são mais identificáveis à manobra. Deve-se evitar o crescendo odioso da adjetivação despudorada a substantivos: "crime gay", "tortura policial" e afins. Quem se dispõe a tal adjetivação, preza e defende somente categorias, não cidadãos.
Meus defeitos, que são muitos, não podem jamais sobrepujar as minhas qualidades, ainda que elas sejam bem poucas ou quase nada.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Máximas simplistas
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