segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Máximas simplistas

  • Há aqueles que passam em nossas vidas e nós igualmente em suas vidas, porém, nada significam grande coisa uns aos outros. Há, ainda, aqueles que, de alguma maneira, interferem sobremaneira em nossas vidas, alteram de algum modo o seu curso, mas, no fim das contas, ao nos deixarem, com o tempo, não daremos mais atenção alguma àquele vazio por eles deixados em nosso interior. E há, finalmente, aqueles que, quando conosco, nos enlevam demasiadamente o espírito. E se, por determinação divina, eles porventura venham a nos faltar, serão sempre o motivo de darmos graças a Deus o havermos compartilhado de sua presença em cada momento nosso, por mais íntimo e peculiar nos sejam esses momentos. É pena que gente assim seja muito rara e escassa em nossas vidas. Mas são uma bênção quando, enfim, as encontramos.

    O Natal renova em cada um de nós o conceito perene do perdão, do reconhecimento de nossos erros, defeitos, de nossas angústias, enfim, renova em nossos corações a infinita misericórdia de Deus àqueles que anseiam o Seu divino perdão e também nos convida a perdoar aquelas pessoas que por diversos e inexplicáveis motivos consideramos nossos desafetos.

    Pedro, que nega a Cristo por três vezes, vem mostrar o quanto é possível a remissão daqueles que ainda insistem em tal triste rejeição, uma vez que tais tipos não conheceram a Cristo pessoalmente, não o tocaram, não o viram ou ouviram, a exemplo daquele que tristemente o negou.

    Governos devem vislumbrar cidadãos, e não categorias, pois estas são mais identificáveis à manobra. Deve-se evitar o crescendo odioso da adjetivação despudorada a substantivos: "crime gay", "tortura policial" e afins. Quem se dispõe a tal adjetivação, preza e defende somente categorias, não cidadãos.
    Meus defeitos, que são muitos, não podem jamais sobrepujar as minhas qualidades, ainda que elas sejam bem poucas ou quase nada.

terça-feira, 7 de julho de 2009

A Vivência da Moral

Ética, moral e retidão de princípios constituem-se em premissas básicas a todo e qualquer profissional, na acepção real da palavra, em qualquer seja sua área de atuação.

Estatutos e princípios diversos são elaborados visando à regulamentação dos direitos e deveres dos profissionais quanto ao seu labor diário, a fim de pautar-lhes o proceder quanto à postura ética e humana nas relações interpessoais e profissionais, evitando assim a extrapolação dessas relações alem do circulo ao qual elas pertençam, ao qual não cabem conchavos ou fisiologismos.

O profissional de informática ainda não possui um conselho próprio de regulamentação, uma vez que esta é uma área ainda em fase de implementação a nível universitário no país e, por isso mesmo, desprovida, no momento, de quaisquer diretrizes básicas de conduta. Contudo, isso não impede ao bom profissional pautar-se pelos princípios adquiridos de berço, bem como proceder à analise profícua dos exemplos comumente observados na imprensa, de modo geral, das praticas contraproducentes de conduta de alguns poucos elementos. Em que pesem as falhas ainda comuns em sistemas de segurança, onde são tentadoras as praticas de invasão à propriedade alheia, clonagem de dados sigilosos e congêneres, faz-se necessária a introjeção, assimilação e a pratica daqueles conceitos adquiridos e vivenciados desde o seio materno, a fim de firmar-se a si próprio e a seus pares num contexto digno de admiração e respeito.

Com efeito, analisadas estas considerações, fica a certeza plena da necessária postura ética no procedimento cotidiano, onde os exemplos rotineiros fluem naturalmente nos atos e nas ações daqueles que vivenciam a retidão de princípios, onde, por conseguinte, torna-se inadmissível o pacto e a pratica com algo indigno de menção nos anais da moral e dos bons costumes.