terça-feira, 7 de julho de 2009

A Vivência da Moral

Ética, moral e retidão de princípios constituem-se em premissas básicas a todo e qualquer profissional, na acepção real da palavra, em qualquer seja sua área de atuação.

Estatutos e princípios diversos são elaborados visando à regulamentação dos direitos e deveres dos profissionais quanto ao seu labor diário, a fim de pautar-lhes o proceder quanto à postura ética e humana nas relações interpessoais e profissionais, evitando assim a extrapolação dessas relações alem do circulo ao qual elas pertençam, ao qual não cabem conchavos ou fisiologismos.

O profissional de informática ainda não possui um conselho próprio de regulamentação, uma vez que esta é uma área ainda em fase de implementação a nível universitário no país e, por isso mesmo, desprovida, no momento, de quaisquer diretrizes básicas de conduta. Contudo, isso não impede ao bom profissional pautar-se pelos princípios adquiridos de berço, bem como proceder à analise profícua dos exemplos comumente observados na imprensa, de modo geral, das praticas contraproducentes de conduta de alguns poucos elementos. Em que pesem as falhas ainda comuns em sistemas de segurança, onde são tentadoras as praticas de invasão à propriedade alheia, clonagem de dados sigilosos e congêneres, faz-se necessária a introjeção, assimilação e a pratica daqueles conceitos adquiridos e vivenciados desde o seio materno, a fim de firmar-se a si próprio e a seus pares num contexto digno de admiração e respeito.

Com efeito, analisadas estas considerações, fica a certeza plena da necessária postura ética no procedimento cotidiano, onde os exemplos rotineiros fluem naturalmente nos atos e nas ações daqueles que vivenciam a retidão de princípios, onde, por conseguinte, torna-se inadmissível o pacto e a pratica com algo indigno de menção nos anais da moral e dos bons costumes.