quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Mãe!

Não uso metáforas,
aforismos, máximas!
Meus olhos denotam o que meu coração sente,
minhas palavras trescalam inquietação,
angústia, calor, satisfação, quiçá, mágoas...
Umas vezes, pudor, muitas outras, amor!
Mas todas elas me exprimem,
revelam nuances, segredos, matizes,
sorrisos, sentimentos... inexoráveis na magia do intimo!
Não me ocupo em versos, canções,
não plagio formas de amar,
pois você própria é minha canção,
minha poesia, o adorno à minha alma.
Assim, não posso conceder-te o amor do mundo,
Pois, em mim, amor e paixão não comungam a lascívia.
Excedem todas as formas, todas as forças,
todo o amor, que todos os mundos,
todos os amantes, pobres amantes,
jamais concebem. Eterno Amor!